A mulher balançou a cabeça fracamente.
Ele não tinha escolha.
O silêncio voltou a reinar.
Grave. Definitivo.
“Ele ainda está vivo?”
A pergunta soou trêmula enquanto ela a pronunciava.
A mulher hesitou – apenas por um segundo.
Então ela respondeu.
“Sim. Mas você nunca mais o verá.”
Então vieram as lágrimas.
Sem barulho. Sem drama.
Em silêncio, lágrimas intermináveis escorriam pelo seu rosto enquanto a realidade a atingia em cheio.
Seus filhos olharam para ela com confusão e medo.
Ela os puxou para os braços e os segurou como se fossem a única coisa que ainda lhe dava estabilidade.
'E agora... o que acontece conosco?', perguntou ela suavemente.
A mulher empurrou cuidadosamente a pasta para mais perto.
“Agora… você começa de novo.”
— Com o quê? — perguntou ela, quase rindo apesar da dor. — Não temos nada.
A mulher fez um gesto discreto em direção ao espaço vazio.
Com isto.”
Ela franziu a testa.
"O que você quer dizer?"
A casa.”
Quieto.
Está em seu nome.
Ela ergueu o olhar abruptamente.
"O que?!"
Ele entregou isso a você antes de ir embora.
“Isso é impossível…”