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A estranha sensação de cair ao dormir tem explicação (e não é o que você pensa)

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Algumas acham que é estresse. Outras, que é um susto qualquer. Mas a verdade é que esse pequeno fenômeno tem nome, causa e, o melhor, não é perigoso.

A seguir, vamos explicar por que o corpo reage assim antes de dormir, o que pode aumentar as chances desses espasmos acontecerem e como é possível evitar ou, ao menos, reduzir a frequência com que aparecem.

E se você anda dormindo mal, esse pode ser um bom ponto de partida para entender o que está atrapalhando o seu descanso.

O que acontece no corpo quando estamos prestes a dormir?

Durante o início do processo de dormir, o cérebro começa a desligar gradualmente. Esse caminho da vigília até o sono profundo envolve transições delicadas.

 

É nesse intervalo que, em alguns casos, o corpo sofre o que os especialistas chamam de “espasmo hipnagógico”, também conhecido como solavanco do sono.

Esse espasmo é uma contração muscular repentina. Ela pode ser leve ou forte, com ou sem sensação de queda. Mas em geral, é o suficiente para acordar a pessoa ou interromper o processo de adormecer.

Esse fenômeno costuma acontecer com mais frequência quando o corpo está exausto ou sob tensão. E apesar de parecer estranho, é algo considerado normal.

Por que sentimos que estamos caindo ao dormir?

Essa sensação de queda ao dormir ainda não tem uma explicação única. No entanto, existem algumas teorias bem aceitas por especialistas.

A mais conhecida delas sugere que, quando o corpo relaxa muito rápido, o cérebro pode “interpretar” isso como uma perda de controle.

Como reflexo, envia um comando muscular para reagir como se fosse uma tentativa de se proteger de uma queda real.

Outra hipótese aponta para nossos ancestrais. Segundo essa linha, o espasmo seria um reflexo primitivo que servia para evitar quedas durante o sono em locais perigosos, como árvores.

O curioso é que essas contrações não costumam ocorrer em fases mais profundas do sono. Elas são, na maioria das vezes, exclusivas do início do processo de dormir, o que reforça a ideia de que estão ligadas à transição entre o estado de alerta e o repouso.

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