A ausência de amizades verdadeiras costuma ser vista como fracasso, mas essa percepção nem sempre corresponde à realidade.
Em uma reflexão profunda, o psicanalista e escritor Gabriel Rolón explica que ter poucos amigos — ou perceber que algumas relações se perderam ao longo do caminho — pode indicar um movimento interno de amadurecimento e autoconhecimento, e não uma falta de valor pessoal.
A solidão silenciosa e o peso do estigma
Muitas pessoas convivem com a solidão de forma discreta, acompanhada de culpa ou vergonha.
Rolón destaca que essa experiência não deve ser interpretada automaticamente como incapacidade social.
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