Uma noite tranquila se transforma em inquietação.
Tinha sido um daqueles dias longos e exaustivos que fazem você desejar poder se teletransportar para casa. Claire embarcou no trem noturno com a bolsa a tiracolo, os passos pesados, mas ansiosos por descanso. Lá fora, o sol se punha, pintando o céu com suaves tons de laranja e rosa. A luz filtrava-se pelas janelas, lançando um brilho dourado sobre a carruagem, como se tentasse acalmar os passageiros cansados com seu calor suave.
Claire encontrou um assento vazio e se acomodou, soltando um suspiro que nem sabia estar prendendo. Por um instante, permitiu-se desfrutar do silêncio, do ritmo do trem percorrendo os trilhos, da conversa fiada dos passageiros que ia se dissipando.
Mas então ela o notou.
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