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Encontrei uma carta de 1991 do meu primeiro amor esquecida no sótão — depois de lê-la, procurei o nome dela na internet

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O Natal, descobrimos, sempre foi difícil para nós dois.

Perguntei sobre o homem da foto.

Ela riu. Era o primo.

O peso desapareceu naquele instante.

Perguntei se ela acreditava em uma segunda chance.

Ela sorriu.

E assim, recomeçamos.

Hoje caminhamos juntos aos sábados, conversamos sobre tudo e, às vezes, ela me pergunta se acredito que nos reencontramos.

E eu sempre respondo que nunca deixei de acreditar.

Na próxima primavera, vamos nos casar.

Uma cerimônia simples. Poucas pessoas. Ela de azul. Eu de cinza.

Porque algumas histórias não terminam — apenas aguardam o momento certo para continuar.

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