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Entrei em pânico quando abri a porta do quarto da minha filha adolescente. O que encontrei lá me surpreendeu enormemente.

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Aprender a deixar ir (mesmo quando é difícil).
Naquele dia, aprendi uma importante lição sobre confiança. Claro, minha filha está crescendo e descobrindo amizade, amor e companheirismo. Mas ela faz isso no seu próprio ritmo, com uma inocência e sinceridade desarmantes.

E se o nosso papel como pais implicasse, em última análise, aceitar que não podemos controlar tudo? Que tínhamos de os deixar viver as suas próprias experiências, mantendo-nos simultaneamente uma presença reconfortante, prontos para ouvir sem julgar?

Desde então, sempre bato na porta antes de entrar no quarto dela. Não porque tenha medo de ser pego, mas porque quero mostrar que a respeito. E, de certa forma, que confio nela.

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