Mark leu as palavras. Uma vez. Duas vezes. Sua boca se abriu, mas nenhum som saiu.
"Você quer que eu... vá ao hospital?"
Recostei-me na cadeira. "Não basta vir. Você vai sentar na sala de espera com a minha mãe. Ela ficará lá durante toda a cirurgia. Você vai trazer café para ela. Vai ouvi-la falar sobre o jardim, os gatos e as teorias dela sobre o que os vizinhos estão fazendo de errado. Vai segurar a mão dela se ela ficar com medo. E quando meu pai chegar do trabalho, você vai dizer a ele que sente muito pelo que fez com a filha dele vinte anos atrás."
Mark encarou a página. Sua mão tremia sobre a linha da assinatura.
"Não entendo", sussurrou ele. "Por quê?"