Ajeitei meu paletó e olhei para a parede mais uma vez. A garota na fotografia estava sorrindo. Minha mãe também. Mark também.
A humilhação não desaparece, eu dizia a mim mesmo. Mas talvez eu estivesse errado. Talvez ela não desapareça — ela se transforme. Ela se endurece em algo diferente. Algo sobre o qual você pode construir.
A porta se abriu. Uma jovem entrou, nervosa, segurando um plano de negócios. Ela tinha uma cicatriz no queixo e uma história que temia contar.
Eu sorri. "Sente-se. Diga-me o que precisa."