Para a maioria dos idosos, uma porção entre um quarto e um terço da fruta por dia costuma ser suficiente.
Desconsiderar a possível alergia cruzada com látex
Pessoas alérgicas ao látex podem apresentar reação ao abacate, mesmo que já o tenham consumido anteriormente sem problemas.
Os sintomas podem incluir coceira na boca, inchaço, placas na pele e, em casos mais graves, dificuldade para respirar.
Ao perceber qualquer reação após o consumo, é fundamental suspender a ingestão e procurar avaliação médica.
Consumir junto com estatinas sem organizar os horários
Não há evidência de que o abacate anule o efeito das estatinas, mas ingerir grandes quantidades de gordura no mesmo horário do medicamento pode interferir levemente na absorção.
O ideal é manter moderação e, se necessário, separar o consumo do alimento e do remédio por algumas horas.
Preparar o abacate sob altas temperaturas
Fritar ou assar o abacate pode comprometer suas gorduras monoinsaturadas e reduzir o valor nutricional.
O calor excessivo favorece a oxidação das gorduras, o que diminui seus benefícios.
A melhor forma de consumo é cru ou adicionado ao final de preparações quentes, com o fogo já desligado.
Comer a fruta ainda verde e muito firme
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