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Você costuma comer abacate? Atenção a estes 10 erros para consumi-lo com segurança

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O abacate imaturo possui maior quantidade de substâncias que podem causar desconforto intestinal, como gases, dor abdominal e diarreia. Em idosos, isso aumenta o risco de desidratação.

O ponto ideal é quando a fruta cede levemente à pressão dos dedos, sem estar excessivamente mole.

Acreditar que deixar o caroço conserva melhor

Manter o caroço não impede totalmente a oxidação nem o crescimento de microrganismos. Um armazenamento inadequado pode favorecer a proliferação de bactérias.

Para conservar melhor, aplique algumas gotas de limão na polpa, cubra com plástico filme em contato direto com a superfície e consuma em até 24 horas.

Exagerar no consumo ao usar medicamentos para pressão

O abacate pode contribuir para a redução da pressão arterial. Quando combinado com remédios anti-hipertensivos, pode provocar queda excessiva da pressão, tonturas e risco de quedas.

É importante manter porções pequenas, monitorar a pressão regularmente e informar o médico sobre o consumo frequente.

Consumir mesmo tendo doença renal crônica

Por ser rico em potássio, o abacate pode representar risco para quem tem comprometimento renal.

O excesso desse mineral no sangue pode causar alterações graves no ritmo cardíaco.

Em casos de doença renal avançada ou diálise, o consumo só deve ocorrer com autorização médica.

Supor que não há interação com medicamentos cardíacos

Alguns medicamentos, como diuréticos poupadores de potássio, betabloqueadores e inibidores da ECA, podem interagir com alimentos ricos em potássio.

A decisão sobre quantidade e frequência deve sempre ser discutida com o médico responsável.

Variar o consumo ao usar anticoagulantes

O abacate contém vitamina K, nutriente que interfere na coagulação sanguínea.

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