O abacate imaturo possui maior quantidade de substâncias que podem causar desconforto intestinal, como gases, dor abdominal e diarreia. Em idosos, isso aumenta o risco de desidratação.
O ponto ideal é quando a fruta cede levemente à pressão dos dedos, sem estar excessivamente mole.
Acreditar que deixar o caroço conserva melhor
Manter o caroço não impede totalmente a oxidação nem o crescimento de microrganismos. Um armazenamento inadequado pode favorecer a proliferação de bactérias.
Para conservar melhor, aplique algumas gotas de limão na polpa, cubra com plástico filme em contato direto com a superfície e consuma em até 24 horas.
Exagerar no consumo ao usar medicamentos para pressão
O abacate pode contribuir para a redução da pressão arterial. Quando combinado com remédios anti-hipertensivos, pode provocar queda excessiva da pressão, tonturas e risco de quedas.
É importante manter porções pequenas, monitorar a pressão regularmente e informar o médico sobre o consumo frequente.
Consumir mesmo tendo doença renal crônica
Por ser rico em potássio, o abacate pode representar risco para quem tem comprometimento renal.
O excesso desse mineral no sangue pode causar alterações graves no ritmo cardíaco.
Em casos de doença renal avançada ou diálise, o consumo só deve ocorrer com autorização médica.
Supor que não há interação com medicamentos cardíacos
Alguns medicamentos, como diuréticos poupadores de potássio, betabloqueadores e inibidores da ECA, podem interagir com alimentos ricos em potássio.
A decisão sobre quantidade e frequência deve sempre ser discutida com o médico responsável.
Variar o consumo ao usar anticoagulantes
O abacate contém vitamina K, nutriente que interfere na coagulação sanguínea.