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O que acontece após a remoção da vesícula biliar e 3 riscos para observar

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Entenda como o organismo se adapta após a cirurgia e quais riscos podem aparecer.

A vesícula biliar é um pequeno órgão localizado abaixo do fígado. Sua função é armazenar e liberar a bile, substância essencial para a digestão das gorduras.

 

Apesar de útil, ela não é indispensável. Por isso, muitas doenças acabam exigindo sua remoção.

Condições como cálculos biliares, colecistite aguda, pancreatite provocada por pedras e, em raros casos, câncer de vesícula podem comprometer o órgão. Esses problemas causam dor intensa, que pode irradiar para as costas ou para o peito.

Outros sintomas também são comuns: febre, coceira, cansaço, inchaço abdominal e náuseas.

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Quando a retirada da vesícula é indicada, a cirurgia costuma ser segura. A maioria dos pacientes se recupera bem e retoma a rotina em pouco tempo. Ainda assim, algumas adaptações são necessárias.

O que esperar logo após a cirurgia

Depois da retirada da vesícula, o corpo passa por um período de adaptação. Sem o órgão, a bile deixa de ser armazenada e passa a fluir diretamente para o intestino.

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