A chuva que me trouxe para casa.
Ela caía desde o início da manhã – suave, mas incessante, o tipo de chuva que penetra na pele e faz com que cada passo pareça mais pesado do que deveria.
Eu estava parada à porta da minha avó com uma pequena mala na mão. Meus olhos estavam inchados de tanto chorar, e meu peito parecia apertado por palavras que eu não sabia como articular.
Quando a porta se abriu e ela me viu, a vovó Eleanor não fez uma única pergunta.
Isso não era necessário.
Ela simplesmente me puxou para seus braços.