Naquela noite, deitado na minha antiga cama de infância, ouvi a chuva batendo na janela.
A mesma chuva que me seguiu até lá naquela manhã.
Mas por dentro, eu me sentia diferente agora.
Na verdade.
Mais claro.
No escuro, fiz uma promessa silenciosa a mim mesmo.
Eu não me deixaria mais intimidar por alguém que continuava me magoando.
E eu não queria me transformar em alguém que eu não reconhecesse mais.
Eu me tornaria o café.
E pela primeira vez em muito tempo…
Dormi em paz.