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Tricotei uma manta com os suéteres da minha falecida mãe para o meu irmãozinho – minha madrasta jogou no lixo, mas depois minha avó a fez se arrepender.

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Passei semanas tricotando uma manta para meu irmãozinho usando os suéteres que nossa mãe tinha deixado. O último lugar onde eu esperava encontrá-la era enterrada no lixo do lado de fora de casa.

Eu tinha 15 anos, há um ano, quando minha mãe morreu dando à luz meu irmãozinho, Andrew.

Por um tempo, a casa parecia que alguém tinha aberto todas as janelas e deixado o calor escapar. Nada mais parecia certo.

Nos primeiros meses, éramos apenas nós três: meu pai, o bebê Andrew e eu.

Nada parecia certo.

Andrew chorou muito durante esse período. Papai fez o possível, mas a dor o oprimia como um casaco pesado que ele não conseguia tirar. Algumas noites, ele andava de um lado para o outro na sala com Andrew nos braços. Outras noites, ele simplesmente ficava sentado em silêncio.

Fiz o que pude. Aquecei mamadeiras, dobrei roupinhas minúsculas e embalei o Andrew quando o papai precisava dormir.

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